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  JFK - O PRESIDENTE ENCANTADOR DE MULHERES

President John F. Kennedy talks with actress and singer Julie London at the White House Correspondents' Association Dinner at the Sheraton Park Hotel, Washington, D.C. Official White House photo by Abbie Rowe.

White House photo by Abbie Rowe - ( Who 2 - Biographies)
 
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  CRISE POLÍTICA

Temer classifica denúncia de "ficção", critica Janot e cobra provas concretas

Marcelo Brandão e Pedro Peduzzi - Repórteres da Agência Brasil
Cercado de ministros e de parlamentares da base governista, o presidente Michel Temer fez um pronunciamento em que contestou a denúncia apresentada ontem (26) contra ele e criticou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável pela denúncia levada ao Supremo Tribunal Federal (STF). No discurso, Temer afirmou que sua “preocupação é mínima” com a denúncia e classificou a peça de Janot como uma “obra de ficção”.
 
“Sou da área jurídica e não me impressiono com fundamentos ou, quem sabe, a falta de fundamentos jurídicos porque advoquei por mais de 40 anos. E sei quando a matéria tem ou não tem fundamento jurídico. Minha preocupação é mínima, mas respeito o Judiciário e as decisões judiciárias”, disse Temer ao iniciar o discurso, no Palácio do Planalto.
 
Segundo ele, a denúncia prejudica não só ele, mas o país, uma vez que surgem “exatamente nesse momento em que estamos colocando o país nos trilhos”.
Presidente Michel Temer durante pronunciamento no Palácio do Planalto para rebater denúncia da Procuradoria-Geral da República
Presidente Michel Temer durante pronunciamento no Palácio do Planalto para rebater denúncia da Procuradoria-Geral da República Fabio Rodrigues
 
Pozzebom/Agência Brasil 
 
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  ZERO HORA

 

Farinha pouca, bilhões primeiro
Mesmo com teto de gastos e déficit profundo no orçamento, Brasília arquiteta fundo eleitoral de R$ 3,5 bilhões
 
Por: Marta Sfredo
 
 
Em algum lugar de Brasília, não há crise. Infelizmente, os movimentos que essa inexistência fictícia gera não equivalem aos que são criados quando empreendedores "ignoram" o cenário ruim para se lançar em novos projetos. Em algum lugar de Brasília, parece razoável pensar na criação de um fundo eleitoral de R$ 3,5 bilhões, boa parte dos quais sairia do orçamento da União.
 
Sim, o mesmo que é alvo de grande esforço para que não afunde além do rombo previsto em R$ 139 bilhões. Isso à custa da piora dos serviços públicos já ruins entregues em troca de uma das mais altas cargas tributárias em países com mesmo nível de desenvolvimento.
 
Nessa realidade paralela, é razoável colocar essa agenda à frente das demais, inclusive de mudanças que poderiam dar sobrevida ao mesmo sistema carcomido que gerou a necessidade do fundo. Na semana em que a votação do relatório da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça do Senado pode determinar o futuro do atual governo, do ensaio de reação à crise e da neutralidade de parcela considerável do PIB, o tom no Congresso indica que essa será a prioridade.
 
Os articuladores dizem saber que a iniciativa causará "forte rejeição popular", mas argumentam que, sem isso, não haverá eleição em 2018. E a proposta avança enquanto esferas opostas tremem à espera de duas delações arrasa-quarteirão: de um lado, Antonio Palocci, articulador dos governos petistas, de outro, Lucio Funaro, apontado como operador do núcleo do PMDB no poder.
 
Com teto de gastos e déficit profundo no orçamento, diante da dinheiro para pagar seguro-desemprego surge estudo sobre retenção do FGTS que cheira a confisco. Em tempos de cortes, primeiro os bilhões para a campanha eleitoral.
 
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  FABRÍCIO CARPINEJAR

O símbolo das despedidas

É aceitando a tristeza, que descobrimos as nossas grandes alegrias
 
(Zero Hora)
O adeus não está representado no aceno ou no beijo arremessado para longe, na lágrima desajeitada ou em uma música plangente.

Quem entende de despedidas é a caixinha de papelão. Nenhum objeto é mais emblemático de nossas partidas ao longo da vida.
 
A gente precisa da caixinha para dar adeus a casas, a empregos, a pessoas. No fundo, não serve somente para carregar mantimentos no mercado, e sim para carregar a nossa saudade. A caixinha é o buquê dos nossos objetos.
 
Como um papelão armado de suas pontas encaixadas pode ser tão poderoso e onipresente em nossas melancolias?

Um origami gigante de nossas privações e provações. Só será adulto quem um dia depender dele.
 
Eu me socorri de uma caixa para esvaziar a minha mesa e gavetas quando fui demitido. Passei pelos corredores com ela estendida em meus braços. Uma urna com as cinzas de minha memória do serviço. Todo mundo constrangido, de cabeça baixa, na repartição aberta e envidraçada e eu de queixo levantado, não olhando para ninguém, determinado a não me emocionar. A feição paralisada pelo esforço de não chorar em público.
 
Ou quantas caixinhas recolhidas dos supermercados serviram para acondicionar livros e badulaques pessoais nos fretes do endereço antigo ao novo, até me aquietar em algum bairro? Eu apenas procurava as caixas nas horas derradeiras, como um amigo avulso, solicitado de madrugada nas penúrias.
 
Em quantas separações eu encontrei o consolo das abas pardas para consumar a partilha e empacotar o amor? As caixas são continuações das malas no fim dos relacionamentos.
 
E pensar que o material que nos ampara ao trocarmos de residência é a residência inteira do mendigo. É onde ele estabelece a sua manjedoura nos viadutos e marquises. Da pobreza áspera do papel, ergue as paredes de sua morada imaginária.
 
As caixinhas ínfimas, inúteis, abandonadas no decorrer dos meses, têm um significado especial nos desenlaces. São as confidentes de nossos limites. Provisórias, mas pontuais. Esquecidas, mas com a vocação de braços quando o mundo não cabe em nossos olhos. Essenciais ao transporte e logo sacrificadas na coleta seletiva. Duram o tempo de nossas dores, placenta de nossas mágoas. Elas nos ajudam a nascer de novo em outro trabalho, em outro lugar e em outro coração.
 
É observando agora uma caixinha vazia que vou enchendo o seu fundo com minhas lembranças. E escuto um latido sufocado lá no distante de mim.
 
A caixinha foi um berço em 1981. Do meu primeiro cachorro. Quando ainda ele não tinha cama. Eu dormi no chão naquela estreia, aos nove anos.

Cobri meu bichinho com um cobertor xadrez e fiquei a noite inteira ao seu lado, vigiando a sua respiração.
 
É aceitando a tristeza, que descobrimos as nossas grandes alegrias.
 
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  NOVO CAPÍTULO

Temer contra-ataca

 
 
Em pronunciamento no Palácio do Planalto, cercado por dezenas de apoiadores, entre ministros e parlamentares, o presidente Michel Temer disse que é vítima de ficção construída pelo Procurador Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, que o acusa de corrupção passiva sustentando que seria destinado a ele o dinheiro carregado em uma mala pelo ex-assessor Rodrigo Rocha Loures.
 
Do mesmo modo, segundo Temer, ele poderia fazer uma ilação sobre a contratação do ex-procurador Marcelo Miller, ex-braço direito e “homem da mais estrita confiança” de Janot, para atuar na defesa de Joesley Batista e a JBS. “Poderia fazer a ilação de que os milhões pagos ao ex-procurador não seriam destinados apenas a ele”, alfinetou o presidente, ressalvando, no entanto, que não faria isso por não ser leviano.
 
Nesta segunda (26), ao responder a uma crítica do ministro Gilmar Mendes (STF) ao ministério público, a Procuradoria da República no Distrito Federal divulgou a informação de que investiga a saída de Miller da PGR para atuar em escritório contratado pela JBS.
 
Temer classificou de “indigna” e “infamante” denúncia da PGR contra ele e questiona ausência de provas concretas do recebimento de valores indevidos.
 
O presidente disse que a delação de Joesley é produto do seu “desespero para se safar da cadeia”, por meio de distribuição do prêmio da delação.
 
Ele afirmou que em 40 anos de experiência atuando na advocacia tem segurança para afirmar que, “sob o foco jurídico, minha preocupação é mínima”, diz ele no pronunciamento.
 
“Essa denúncia busca a revanche, a destruição, a vingança. Querem parar o País, o Congresso”, disse.
 
Para o presidente, “há na verdade um atentado contra o País”.
 
Ele ironizou afirmando que reinventaram o Código Penal, com a utilização de ilação como prova.
 
Também afirmou que sua conversa com Joesley é “uma prova ilícita, inválida para a Justiça”
 
Temer se referiu a Joesley Batista como “grampeador” e como “bandido”, assim como classificou os demais delatores do grupo J&F/JBS de “capangas”. Ao final, Temer foi aplaudido e saudado com exclamações de “bravo!”.
 
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  MEMÓRIA - GOVERNADOR GERSON CAMATA E PRESIDENTE FIGUEIREDO

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  DENIS ROSENFIELD

O imponderável
 
O ganho temporal seria pequeno diante de um país que estaria lançado na incerteza
 
* Professor de filosofia
 
O imponderável ronda, hoje, qualquer decisão política. As certezas são cada vez menores, dada a volatilidade da situação, com diferentes fatos sucedendo-se a uma velocidade assombrosa.
 
Não menor deles é a denúncia contra o presidente da República, por configurar um ato inédito na história republicana. Bastante grave é uma situação em que o mandatário mor da nação deve prestar contas ao Ministério Público, ao Supremo e à Câmara dos Deputados. Deverá bem explicar todas as acusações que pesam contra ele. Em caso de culpa, condenação; em caso de absolvição, inocência.
 
Acontece, porém, que o timing jurídico não corresponde ao político. Do ponto de vista da opinião pública, é como se já estivesse julgado e condenado, devendo ser afastado do poder. Lá entram, então, as diferentes propostas de "solução", uma das quais mais em voga, nos últimos dias, é a do ex-presidente Fernando Henrique, advogando, em artigos e declarações, por eleições gerais antecipadas.
 
Ressalte-se que essa proposta é sedutora, na medida em que prevê uma espécie de limpeza geral, atingindo, além do presidente, senadores, deputados e governadores. Seria o povo convocado para a escolha de novos representantes.
 
Ocorre, contudo, que a realidade é avessa a soluções genéricas. Consideremos, por hipótese, que o atual presidente aceitasse uma proposta desse tipo.
 
Qual seria a garantia de que os deputados estariam dispostos a seguir tal proposta? O gesto do presidente já seria uma espécie de reconhecimento de sua fraqueza, não mais dispondo de força para assegurar a sua aprovação. Por exemplo, os deputados poderiam simplesmente prorrogar os seus mandatos, acolhendo apenas o afastamento do presidente. O novo presidente eleito deveria, então, governar com os mesmos parlamentares que estão às voltas com a Lava-Jato e os seus desdobramentos.
 
O próprio ex-presidente Fernando Henrique reconhece que a sua proposta, se acolhida, demoraria de oito a nove meses para ser implementada, tendo como data final fevereiro ou março de 2018. Se o atual calendário se mantivesse, teríamos eleições em outubro e término do mandato no final de dezembro. O ganho temporal seria pequeno diante de um país que estaria, durante todo esse período, lançado na incerteza.
 
Talvez o único beneficiário seja o ex-presidente Lula, que, defendendo a mesma via, poderia tentar concorrer a um novo mandato presidencial, antes de ser julgado e condenado em primeira e segunda instâncias.(Zero Hora)
 
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  DEPUTADO MARCIO FERNANDES

Garantido investimento na saúde de Maracaju
O deputado estadual Marcio Fernandes destinou uma UTI móvel e equipamentos para o Hospital Soriano Corrêa da Silva
 

Por: Da Redação
 
 
Durante a solenidade de comemoração dos 93 anos de Maracaju neste sábado (24), o deputado estadual Marcio Fernandes (PMDB) falou de sua emenda parlamentar na área da saúde que será entregue este ano, e ainda fez compromisso de destinar recursos através de emenda para construção de quadra poliesportiva coberta no Centro Esportivo Osvaldo Benedito Rodrigues.
 
Na área da saúde o deputado destinou uma UTI móvel e equipamentos para o Hospital Soriano Corrêa da Silva, como: seis poltronas hospitalares para acompanhantes, três mesas cirúrgicas, foco cirúrgico e cama para parto (motorizada). Estas emendas foram atendidas pelo parlamentar, através de solicitações do prefeito Maurílio Azambuja, o presidente da Câmara dos Vereadores, Hélio Albarello e o secretário de Governo Municipal, Frederico Feline.
 
Como um dos mais atuantes no incentivo ao esporte, o deputado Marcio Fernandes fez compromisso de destinar através de emenda parlamentar uma quadra poliesportiva coberta, no Centro Esportivo Oswaldo Benedito Rodrigues, localizado no bairro Paraguai, que será inaugurado no próximo domingo (2).
 
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  EFEITO COLATERAL?

Presidente do Conselho de Ética do Senado é internado em Brasília
 
O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto (PMDB-MA), foi internado hoje (27), às pressas, no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, após sentir tontura e “desaceleração cardíaca”.

Em nota, a assessoria de imprensa do parlamentar informou que o peemedebista, de 81 anos, será submetido a uma cirurgia do coração nas próximas horas para colocação de um marca-passo.

No início da tarde, João Alberto recebeu recurso da Rede Sustentabilidade contra sua decisão, tomada na última sexta-feira (24), de arquivar, de forma sumária, representação que pede a cassação do mandato do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

João Alberto decidiu, monocraticamente, arquivar a representação, por considerar não haver provas contra o tucano. Na ocasião, o peemedebista maranhense disse que “fizeram uma grande armação contra o senador Aécio”.

No segundo mandato como senador, João Alberto já governou o Maranhão e também exerceu o cargo de vice-governador e prefeito da cidade de Bacabal. O peemedebista também foi deputado estadual e federal pelo estado.
 
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  VALE TUDO

 

Justiça autoriza deputado federal preso a exercer mandato
 
A Justiça do Distrito Federal autorizou hoje (27) o deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ) a exercer o mandato na Câmara dos Deputados durante o dia e retornar ao presídio no período noturno. Jacob foi preso após ser condenado definitivamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 7 anos e 2 meses em regime semiaberto pelos crimes de falsificação de documento público e dispensa de licitação.
 
O pedido de trabalho externo foi feito pelos advogados do parlamentar à Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, responsável pelo cumprimento da pena de Celso Jacob. Pela decisão, o deputado deverá permanecer no presídio nos fins de semana, feriados e durante o recesso parlamentar.
 
Em maio, por unanimidade, a Segunda Turma do STF negou o último recurso apresentado pela defesa do parlamentar, decretou o fim do processo e, consequentemente, a execução da pena. Em junho do ano passado, Jacob foi condenado pelo Supremo por crimes cometidos quando ele era prefeito de Três Rios (RJ). De acordo com a denúncia, Jacob favoreceu uma construtora ao decretar estado de emergência no município.
 
Após o julgamento, procurado pela Agência Brasil, Celso Jacob informou que não houve dano ao erário. O deputado disse que foi orientado erroneamente por um setor da prefeitura, que não informou que a empresa chamada para concluir uma creche não estava habilitada para tocar a obra em função de documentação vencida. A empresa que venceu a licitação abandonou a obra. Os fatos ocorreram em 2003.
 
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  IMPERDÍVEL