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  AGÊNCIA BRASIL

Defesa de Dilma vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal

 
 
Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil

A defesa da ex-presidenta Dilma Rousseff informou hoje (31) que ingressará com, pelo menos, duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o processo de impeachment, concluído hoje pelo Senado.

 Segundo o advogado de defesa de Dilma, ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, não há justa causa para o impeachment e houve cerceamento de defesa em várias fases do processo.

 “Entraremos, em princípio, com duas ações, uma ainda hoje e outra dentro de alguns dias. Vamos discutir irregularidades formais do processo, cerceamento ao direito de defesa, pelo fato de senadores terem julgado o processo antes da defesa poder se expressar”, explicou Cardozo.
De acordo com ele, durante a comissão especial, por exemplo, vários senadores alegavam que a defesa poderia “fazer o que quisesse” que o resultado já estava definido. “Isso é uma ofensa substantiva ao devir do processo legal”.
Riscos
 
O defensor da presidenta cassada acrescentou ainda que não há motivo legal para o impeachment. “Vamos questionar também a falta de justa causa para o processo, falta de motivo. Sei que existem juízes que partem de uma visão mais tradicional de que não se pode rever um processo de impeachment, uma visão, a meu ver, antiga. Temos uma visão mais moderna”, pontuou.
 
Para Cardozo, a ideia de que o impeachment não pode ser questionado coloca em risco, inclusive, ministros de STF e o procurador-geral da República. “Se não pudermos rever o impeachment, amanhã ou depois ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República poderão ser afastados sem pressuposto legais. Não é o mérito político da questão que vamos questionar, vamos questionar a falta de pressupostos jurídicos estabelecidos na Constituição”.
 
Para o ex-ministro da Justiça, hoje representa um “dia triste para a democracia”. “É um dia triste para a democracia brasileira em que uma presidenta legitimamente eleita foi afastada de um cargo sem nenhum fundamento e nenhum pressuposto constitucional, inclusive com falta de pressupostos do devido processo legal”.
 
Edição: Denise Griesinger
 
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  Sponholz

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  Votação do impeachment será às 11 horas. Senado já tem maioria para cassar Dilma

Da Folha.com

Depois de 14 horas de reunião, o Senado concluiu na madrugada desta quarta-feira (31) a última etapa de discussão do processo de impeachment antes do início do processo de votação, marcado para a manhã desta quarta.
 
A sessão começou com debate entre defesa e acusação e, em seguida, 63 senadores discursaram, por até 10 minutos cada um, sobre o processo.
 
A sessão começou às 10h26 desta terça-feira (30) e terminou após as 2h30 desta quarta, após dois intervalos que somaram cerca de duas horas.
 
Às 11h, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, reabrirá a sessão para o início do processo de votação.
 
O placar da Folha aponta que o Senado deve aprovar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, já que pelo menos 54 senadores já declararam que votarão a favor do afastamento. Esse é o número mínimo de votos necessários para confirmar a cassação da presidente petista, eleita pela primeira vez em 2010 e reeleita em 2014.
 
Durante a terça-feira, a equipe do presidente interino, Michel Temer, calculava que teria cerca de 60 votos a favor do afastamento de Dilma. Na madrugada, senadores aliados ao peemedebista cravavam que os votos pelo impeachment somariam 59.
 
Com a confirmação do impeachment, Temer tomará posse em solenidade no Congresso Nacional, ainda nesta quarta.
 
O presidente interino pretende viajar ainda nesta quarta para a China, onde vai participar do encontro do G20 (grupo das maiores economias do mundo).
 
Com a concretização do impeachment, o PMDB volta à Presidência de forma indireta. A última vez que isso aconteceu foi em 1985, quando o então vice José Sarney assumiu após Tancredo Neves morrer antes de tomar posse.
 
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  jornalista Mario Simas Filho

Mais do mesmo.

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A manifestação da presidente afastada no plenário do Senado indica que Dilma Rousseff parece viver um processo de fuga da realidade. Ela insiste em se colocar como vítima de um golpe, apesar de fazer o discurso em uma sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, que acompanha cada passo do processo, assegurando amplo direito de defesa. Insiste em apontar a oposição a seu governo como principal responsável pelo abismo econômico e político a que ela conduziu o País.
 
E, na mais flagrante demonstração de que sua narrativa não encontra respaldo nos fatos concretos, Dilma disse sem constrangimento que todo esse processo só existe porque ela não interferiu nas investigações da operação Lava Jato e deu liberdade de ação à Polícia Federal. Não é verdade! Tanto Dilma como o seu padrinho, Luiz Inácio Lula da Silva, são oficialmente investigados, a pedido da Procuradoria Geral da República e com a aprovação do STF, por tentarem obstruir a Justiça e interferir no andamento da Lava Jato. O Ministério Público dispõe de provas suficientes para afirmar que houve tentativa de compra de testemunhas e até nomeações de magistrados para as mais altas cortes de Justiça do País, a fim de favorecerem réus que pudessem envolver a presidente afastada nos desmandos realizados na Petrobras.
 
A quase ex-presidente também mostra desconexão com o mundo real, na medida em que compara o julgamento do impeachment no Senado a uma espécie de colégio eleitoral. Dilma alega sem corar a face que 81 senadores irão substituir a vontade de 54 milhões de eleitores que a elegeram em 2014. A presidente afastada parece ignorar que esse apoio não existe mais. Quase 70% dos brasileiros já se manifestaram a favor do impeachment. E, mais grave ainda, Dilma continua a vender aos eleitores um País que só existe no marketing petista. A inflação, o desemprego e a corrupção comprovada pela Lava Jato mostram que, em 2014, os 54 milhões de eleitores aos quais Dilma se refere compraram gato por lebre. Certamente, os senadores não irão fazer a mesma compra. ( Em IstoÉ)
 
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  Pescaria no Pantanal - Foto de Victor Chileno

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  DESCONSTRUINDO DILMA

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 Jornalista Reinaldo Azevedo
 
Conforme o esperado, e lamento que seja assim, Dilma fez o pior discurso da sua vida. Contou mentiras sobre o passado, o presente e o futuro. Se conseguiu falar com a firmeza convicta que tão bem a caracteriza, ainda que nem sempre se entenda o que diz, o conteúdo, também desta vez, destoa dos fatos. Para sua má sorte, sua sintaxe foi clara. E, ao ser clara, entendemos por que caiu, nos espantamos que tenha chegado lá e nos damos conta do risco que corríamos. Havia certa dúvida se empregaria a palavra “golpe”. Não o fez apenas uma vez, mas nove. Dilma, em suma, repete Gleisi Hoffmann e, no fundo, não reconhece moral no Senado para julgá-la. Seu discurso não foi feito para os senadores. Ela falava para a cineasta Petra Costa, que está fazendo um documentário.
 
Vou mudar a ordem cronológica escolhida por ela. Começo a falar sobre o futuro, evidenciando o risco que esta senhora, de fato, representava ainda que não tivesse cometido crime nenhum — e destaco sempre que devemos lhe ser gratos por ser tão irresponsável com as contas públicas e incompetente no trato da gestão.
Dilma atribui ao governo Temer a intenção de cortar programas sociais, de cassar benefícios das mulheres e dos negros, de cortar recursos para a saúde e as crianças, de vitimar os mais velhos, ceifando-lhes a aposentadoria, de querer punir o Nordeste, de não ter compromisso com o salário mínimo, de conspirar contra o pré-sal. No auge da mistificação, chega mesmo a atribuir a seus adversários um conluio contra a estabilidade fiscal — justo ela, que destruiu as contas públicas.
 
Ainda que não tenha feito menção ao Partido dos Trabalhadores em seu discurso, eis o PT de sempre: arrogante, monopolista do bem, dono da verdade, incapaz de ouvir uma crítica, autossuficiente nas suas escolhas desastradas, discriminador, surdo para o contraditório. O mais curioso é que, ao apontar as intenções malévolas dos seus adversários, sabe que tocou em problemas cruciais para o futuro do Brasil, que deverão ter uma resposta. Repete rigorosamente o procedimento adotado na campanha eleitoral de 2014, o que a levou a cometer o maior estelionato eleitoral da história do Brasil.
 
A mesma Dilma que fez esse discurso diz reconhecer os seus erros. Mas quais? Não se ouviu um só. Tudo o que deu errado no seu governo, entende-se, derivou da conspiração dos seus adversários.
 
Pensemos o óbvio: caso Dilma retornasse o poder — na hipótese de obter os votos necessários ou de aqueles favoráveis à sua saída não conquistarem 54 senadores —, pergunta-se: ela iria governar com quem? Quais forças políticas lhe dariam sustentação? Ela julga ter uma resposta: a convocação de novas eleições. É impressionante que uma presidente que está sendo julgada aponte como resposta para
o país uma saída que ela sabe ser inconstitucional.
 
O presente
Ao fantasiar sobre a disposição do governo Temer de cassar benefícios sociais como ação deliberada e malévola de quem vê o povo como adversário, Dilma busca conferir uma roupagem de economia política à tese mentirosa do golpe. Assim, a sua deposição seria uma expressão da tal “luta de classes”, a tese vigarista que lhe assopraram aos ouvidos alguns marxistas mixurucas, que conhecem da obra de Marx o que sabem de búlgaro antigo — a exemplo da própria Dilma, diga-se.
Isso lhe impõe, então, que conte mentiras assombrosas sobre o presente — refiro-me ao presente histórico. Sob qualquer argumento que se queira, Dilma cometeu crime de responsabilidade. Incidiu no Artigo 85 da Constituição, especialmente em seu Inciso VI, atentando explicitamente contra a Lei Orçamentária, crime definido pela Lei 1.079, uma senhora de 66 anos, que prevê impeachment àqueles presidentes que não a respeitarem.
 
Mas tudo se explica. É preciso apelar à mais qualificada das testemunhas de defesa, que falou, a pedido do próprio advogado de Dilma, como informante: o professor e economista Luiz Gonzaga Belluzzo. Ele deixou claro aquela que é uma convicção do governo que está caindo: eles não concordam com o Artigo 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal, justamente aquele que estabelece ser “proibida a operação de crédito entre uma instituição financeira estatal e o ente da Federação que a controle, na qualidade de beneficiário do empréstimo”. Para o doutor e para o PT, se o dinheiro é de um banco público e se é usado pelo governo, então não é crédito, mas mera operação fiscal. Foi assim que esse pensamento quebrou o Brasil várias vezes ao longo da história. Mais recentemente, no governo Dilma.
Sim, a presidente cometeu crime de responsabilidade.
 
O passado
Todo homem público que provoca grandes desastres; que investe em crises sistêmicas; que faz a infelicidade de milhões — a pessoa, em suma, com esse perfil — exibe uma mitologia pessoal do sacrifício e da renúncia. Dos grandes facínoras da humanidade aos nossos patetas do presente e do passado, todos têm uma história triste ou heroica para contar.
 
A de Dilma é conhecida. Mas ganha especial sentido neste momento. É claro que a presidente afastada não deveria, por bom senso e por bom gosto, ter evocado o seu câncer no discurso de despedida. Doenças não existem para lisonjear ou para punir; doenças não são o contraponto de malfeitos ou sua justificativa moral. Menos ainda é decente que se apele a esse sofrimento como elemento constitutivo do caráter, como ingrediente de sua têmpera. Pessoas boas e detestáveis já foram acometidas de câncer. Alguns saíram do tratamento com um temperamento melhor; outros experimentaram o contrário. E há ainda aqueles para os quais a ocorrência foi irrelevante. O câncer não é guia moral de ninguém. A desordem nas contas públicas brasileiras, deixada por Dilma, não poderá se beneficiar das lições que ela eventualmente recebeu nesse tempo.
 
Ao contrário até: se a pessoa pública se aproveita da doença, como Dilma fez durante a eleição e faz agora, então é lícito que se veja, no seu caso, a moléstia como um deformador do caráter.
 
Finalmente, é preciso voltar, e eu lamento, aos anos 70. Dilma se refere de novo ao período em que foi torturada. De maneira ofensiva compara os senadores de agora àqueles que a julgaram; toma o triunfo da lei e do Estado de Direito, que estão prestes a lhe cassar o mandato, como se fossem leis de exceção. E mente sem cerimônia sobre o próprio passado.
 
Isso a leva a comparar-se a figuras como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart, todos vítimas, na visão da presidente, de conspirações golpistas — o amor pela precisão me obriga a lembrar que o marechal Lott deu um golpe para garantir o poder a Juscelino, não o contrário. Mas Dilma certamente não é do tipo que repudia “golpes do bem”. Getúlio e Jango são maus exemplos de heróis democráticos. O primeiro foi o maior assassino da história republicana no Brasil, e o segundo investiu de forma deliberada na bagunça, arquitetando ele próprio um golpe, frustrado porque seus inimigos foram mais rápidos ao golpeá-lo.
 
Dilma finge não saber a diferença entre uma ditadura e uma democracia. Por isso evoca como credencial democrática o seu passado de membro de uma organização terrorista, chamando aquilo de amor à democracia. É chato fazer o que vou fazer, eu sei. Mas é preciso ter um compromisso com a história.
 
Dilma foi militante da VAR-Palmares, organização surgida da fusão do Colina (Comando de Libertação Nacional), ao qual ela pertencia, com a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), de Carlos Lamarca. Os familiares das pessoas assassinadas por essas organizações (próximo post) certamente não concordam com o apreço que ela teria, então, pelo regime democrático.
 
Encerro
Foi Dilma quem resolveu apelar à história. Então é preciso dizer tudo. Afinal, os cadáveres sumiram no tempo. Os amigos de esquerda da Afastada, aboletados na academia, deram um jeito de escondê-los.
 

 

 
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  GRAVÍSSIMO!

Pesquisa mostra que 81% dos jovens não se candidatariam

(Blog do Fábio Campana)
 
O desinteresse pela política é uma realidade entre os jovens. Segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (29) pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), 81% dos jovens não se candidatariam a cargos políticos. Para 42,4%, o motivo é a corrupção; outros 23,8% disseram não entender ou não gostar de política. O estudo mostra ainda que a maioria, 90%, não tem preferência por um partido político.
 
Dos 10% restantes, 35,9% preferem o PT, 23,1% o Psol e 17,9% o PSDB. Para 65% dos entrevistados, o posicionamento do candidato em relação ao impeachment da presidente Dilma interfere na escolha.
 
Para 97%, o fato de o candidato pertencer a uma família tradicional da política não influencia na escolha. A maioria, 72%, não considera que a religião interfira na escolha do candidato. Os eleitores relataram ainda não ter preferência por candidatos políticos mais jovens (64%). Por outro lado, 91% responderam que candidatos jovens consegue se comunicar melhor com a sua geração.
 
A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Pesquisa de Mercado da Escola de Negócios da universidade, em julho, com 400 entrevistados de 18 a 24 anos. As informações são do Bem Paraná.
 
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  FONTE - EXAME

 EUA e Coca-Cola venceram Olimpíadas no Twitter.

 

No Twitter, quem levou a medalha de ouro na Olimpíada do Rio foram a Coca-Cola e os Estados Unidos.
No total, foram mais de 41,9 milhões de tweets sobre os Jogos, durante o mês de agosto.
Desses, 550 mil citaram alguma marca patrocinadora.
Os dados são do novo estudo da Sprinklr, divulgado nessa semana.
Países
Os EUA ficaram com a primeira posição entre os países que mais falaram dos Jogos no Twitter, com 614,9 mil interações.
O Brasil vem em segundo, com 158,3 mil menções; seguido do Reino Unido, com 100,8 mil menções.
Marcas
Coca-Cola foi a marca que mais conseguiu a atenção do público, com 38,1 mil interações na rede social.
A Samsung vem em segundo lugar, com 35,3 mi..
Depois, vêm Visa (32,7 mil), Bridgestone (31,5 mil), McDonald’s (26,7 mil), Omega (15,4 mil), P&G (13,5 mil), GE (11,1 mil), Dow (7,2 mil), Atos (6,9 mil) e Panasonic (3,2 mil).
Hashtags
A hashtag mais usada foi a “oficial’ #rio2016.
Outras muito populares no Twitter: #openingceremony, #olympics, #cerimoniadeabertura, #yoelijoclarofutbol, #olimpiadas, #rio, #roadtorio, #riodejaneiro e #brazil.
 
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  NA INTERNET

Poema da MENTE - Paródia do poema A Implosão da Mentira de Affonso Romano de Sant`Anna

 


 

Há um presidente que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,

Mais que mente, sobretudo, impune/mente...

Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Vai nos enganar eterna/mente.

Um passarinho verde me repassou e resolvi postá-lo. Depois vou postar o poema original, A Implosão da Mentira, pois é tão pertinente ao momento atual do país quanto o foi na época de sua publicação ainda na década de oitenta.
 
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  AGÊNCIA BRASIL

Senado aprova impeachment e Dilma é afastada definitivamente da Presidência

 
 
Carolina Gonçalves e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil
 
Por 61 a 20, o plenário do Senado acaba de decidir pelo impeachment de Dilma Rousseff. Não houve abstenção. A posse de Temer ocorrerá às 16h no Senado.
O resultado foi comemorado com aplausos por aliados do presidente interino Michel Temer, que cantaram o Hino Nacional. O resultado foi proclamado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandou o julgamento do processo no Senado, iniciado na última quinta-feira (25).
 
Agora, os senadores irão decidir se Dilma perde os direitos políticos por oito anos.
Fernando Collor, primeiro presidente eleito por voto direto após a ditadura militar, foi o primeiro chefe de governo brasileiro afastado do poder em um processo de impeachment, em 1992. Com Dilma Rousseff, é a segunda vez que um presidente perde o mandato no mesmo tipo de processo.
 
Dilma fará uma declaração à imprensa. Senadores aliados da petista estão se dirigindo ao Palácio da Alvorada para acompanhar o pronunciamento de Dilma.
 
Julgamento
A fase final de julgamento começou na última quinta-feira (25) e se arrastou até hoje com a manifestação da própria representada, além da fala de senadores, testemunhas e dos advogados das duas partes. Nesse último dia, o ministro Ricardo Lewandowski leu um relatório resumido elencando provas e os principais argumentos apresentados ao longo do processo pela acusação e defesa. Quatro senadores escolhidos por cada um dos lados – Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pela defesa, e Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Ana Amélia (PP-RS), pela acusação – encaminharam a votação que ocorreu de forma nominal, em painel eletrônico.
 
Histórico
O processo de impeachment começou a tramitar no início de dezembro de 2015, quando o então presidente da Câmara dos Deputados e um dos maiores adversários políticos de Dilma, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou a peça apresentada pelos advogados Miguel Reale Jr., Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.
 
No pedido, os três autores acusaram Dilma de ter cometido crime de responsabilidade fiscal e elencaram fatos de anos anteriores, mas o processo teve andamento apenas com as denúncias relativas a 2015. Na Câmara, a admissibilidade do processo foi aprovada em abril e enviado ao Senado, onde foi analisada por uma comissão especia, onde foi aprovado relatório do senador Antonio Anastasia (PMDB-MG) a favor do afastamento definitivo da presidenta.
 
Entre as acusações as quais Dilma foi julgada estavam a edição de três decretos de crédito suplementares sem a autorização do Legislativo e em desacordo com a meta fiscal que vigorava na época, e as operações que ficaram conhecidas como pedaladas fiscais, que tratavam-se de atrasos no repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos responsáveis pelo pagamento de benefícios sociais, como o Plano Safra.
 
Edição: Carolina Pimentel
 
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  ELEIÇÕES 2016

 Rose é a candidata que mais cresce em Campo Grande, aponta pesquisa

Pesquisa DATAmax aponta a liderança de Marquinhos Trad, seguido por Bernal

Rose Modesto durante comício no Aero Rancho
Rose Modesto durante comício no Aero Rancho / Divulgação
 
A vice-governadora e candidata Rose Modesto já aparece empatada em segundo lugar na disputa pela Prefeitura de Campo Grande, conforme pesquisa do Instituto DATAmax, divulgada pelo site Midiamax. Ela foi a única dos três candidatos que lideram a corrida eleitoral a crescer no levantamento. 
 
"Nós estamos trabalhando, andando pela cidade, apresentando para as pessoas as nossas propostas. A melhor pesquisa é a das urnas. O que vamos continuar fazendo é trabalhar, caminhar e discutir Campo Grande com as pessoas que vivem aqui", afirmou Rose. 
 
A candidata da coligação Juntos por Campo Grande (PSDB-PR-PDT-PSB-PRB-PSL-SD) aparece com 13,18% contra 14,30% do atual prefeito, Alcides Bernal, o que configura um empate técnico. A margem de erro máxima é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando-se um nível de confiança de 95%. 
 
O deputado estadual Marquinhos Trad (PSD) caiu de 29,73% para 28,11%. E o atual prefeito, Alcides Bernal, antes tinha 20,90% das intenções de voto, o que representa uma queda de 6,6 pontos percentuais. 
 
As entrevistas foram realizadas entre os dias 23 e 27 de agosto e o número de registro da amostragem no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) é MS-00092/2016. A pesquisa anterior havia sido feita entre os dias 25 e 30 de junho, sob o número MS-03822/2016. 
 
Marquinhos lidera 
 
"A pesquisa mostra que estamos no caminho certo, falando a verdade, conversando com as pessoas e mostrando propostas que são possíveis de realizar, sem falsas ilusões", analisou Marquinhos. "É resultado de um trabalho, de um preparo de 21 anos, ao lado de uma equipe técnica e vai ser assim na prefeitura, respeitando o funcionário público e com muito trabalho e dedicação", completou.  
 
O candidato do PSD a prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad lidera a corrida eleitoral, segundo pesquisa Datamax. Marquinhos tem 28,11% da preferência eleitoral, quase o dobro do segundo colocado, Alcides Bernal (PP), que aparece com 14,30%. 
 
O Datamax ouviu 804 moradores de Campo Grande. Deste total, 17,79% não souberam dizer em quem votarão ou preferiram não responder. Outros 15,05% responderam que votarão nulo ou em branco. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos. (transcrito do site A Crítica)
 
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  MIDIAMAX

Bernal esquece 2012 e acusa DATAmax de beneficiar seus adversários

Instituto acertou números no último pleito municipal
Jéssica Benitez
 
  • (Midiamax/Cleber Gellio/Arquivo)
O prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) esqueceu dos resultados apontados pelas pesquisas do Instituto DATAmax e confirmados pela eleição tanto no primeiro turno quanto no segundo. Agora, ele opina que os percentuais são para beneficiar os candidatos Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto (PSDB).
 
Questionado sobre a última amostragem divulgada, na qual ele aparece com 14,30%, tecnicamente empatado com a tucana que tem 13,18% da intenção de votos, ambos atrás de Marquinhos que configura 28,11%, ele respondeu ser “absurdo praticado pelo DATAmax para beneficiar Rose e Marquinhos Trad”.
 
Os quase quatro anos que se passaram desde que ele se candidatou ao cargo que foi eleito. Em 2012, ao contrário do que grande parte dos institutos apontavam, o DATAmax acertou nos dois turnos. Faltando dez dias para a eleição daquele ano, Bernal tinha 33,1% das intenções de voto contra 30,3% do candidato governista, Edson Giroto (PR), à época PMDB.
 
Faltando dois dias para o pleito o instituto mostrava o então deputado estadual do PP com 39% da preferência do eleitor. O cenário, excluindo os votos brancos, nulos e os indecisos, o colocava com 45,9%. O postulante peemedebista vinha atrás com 26,4%. No primeiro turno de 2012, Bernal teve 40,18% e Giroto 27,99%.
 
No segundo turno, faltando apenas um dia para a votação, segundo o DATAmax, o atual prefeito tinha 66,06% e o adversário 33,94%. Nas urnas Bernal fez 62,55% e Giroto 37,45%, diferença insignificante entre pesquisa e real resultado levando em conta os 3 pontos para mais ou para menos.
 
Vale ressaltar que as amostragens seguem rigoroso padrão e qualidade e têm os dados abertos a todas coligações, além de serem devidamente registradas no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul).
 
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  CONFIRA

 Eleições 2016: o que acontece se eu não votar?

O eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral pode justificar a ausência de voto no próprio dia da eleição. Para isso, deve preencher e entregar do Requerimento de Justificativa Eleitoral, apresentando também o título de eleitor e um documento oficial.

O eleitor deverá apresentar uma justificativa para cada turno da eleição

 

O eleitor deverá apresentar uma justificativa para cada turno da eleição / Divulgação

O eleitor que estiver fora do seu domicílio eleitoral pode justificar a ausência de voto no próprio dia da eleição. Para isso, deve preencher e entregar do Requerimento de Justificativa Eleitoral, apresentando também o título de eleitor e um documento oficial de identificação. O eleitor deverá apresentar uma justificativa para cada turno da eleição.
 
Se o eleitor não justifica a ausência do voto no dia do pleito, ele poderá fazer isso posteriormente, dentro de um prazo de 60 dias. O eleitor que só deixou de votar e justificar por até duas eleições seguidas deverá ir pessoalmente a qualquer cartório eleitoral ou posto de atendimento ao eleitor, preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral pós-eleição e apresentar um documento oficial original com foto, como a carteira de identidade (RG), carteira de habilitação, ou carteira de trabalho.
 
Como justificar o voto no exterior?
Quem faltou a três votações consecutivas sem justificar sua ausência, deverá apresentar, além do documento oficial original com foto, um comprovante de residência recente e o título de eleitor.
Existe a possibilidade do pagamento de multa no valor de R$3,51 por turno sem justificar a ausência. A situação será avaliada pelo juiz eleitoral, que pode ou não autorizar a isenção da multa.
 
O que acontece com quem não justificar?
Quem não votar e não justificar a ausência do voto em até 60 dias após o dia da eleição ficará em débito com a Justiça Eleitoral, o que impede o eleitor de:
- Requerer passaporte ou carteira de identidade;
- Receber salário de entidades públicas ou assistidas pelo governo;
- Fazer parte de concorrência pública ou administrativa em qualquer instituição da União, dos estados, dos municípios ou do Distrito Federal;
- Solicitar empréstimos em qualquer banco ou estabelecimento de crédito subsidiado pelo governo;
- Inscrever-se em concursos públicos ou tomar posse de cargos públicos;
- Renovar matrícula em qualquer instituição de ensino pública ou fiscalizada pelo governo;
- Requerer qualquer documento que necessite da quitação eleitoral.
Caso o eleitor não vote durante três eleições consecutivas e não justifique nem pague as multas, o seu título de eleitor será cancelado, devendo regularizar a situação para poder votar outra vez. Se depois de seis anos a situação não é regularizada, o cadastro eleitoral da pessoa em questão é eliminado.
 
Eleições 2016
O primeiro turno das Eleições 2016 será no dia 2 de outubro, e o segundo turno no dia 30 de outubro.
Nas Eleições 2016 os eleitores vão escolher através do voto e dentro de seus próprios municípios, um prefeito e um vice-prefeito, assim como os vereadores que vão integrar as Câmaras Legislativas Municipais.
O segundo turno é realizado apenas nos municípios com mais de 200 mil eleitores em que nenhum dos candidatos consiga a maioria absoluta, ou seja 50% dos votos mais um. Os dois candidatos mais votados no primeiro turno disputam o segundo turno entre si.
 
Data das Eleições
O 1º turno acontecerá no dia 2 de outubro de 2016 e o 2º turno no dia 30 de outubro de 2016.
 
Data Evento
26 de agosto de 2016 - Início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão.
22 de setembro de 2016 - Data limite para o eleitor, no seu domicílio eleitoral, solicitar a 2ª via do título de eleitor.
2 de outubro de 2016 - Primeiro Turno (das 08h às 17h - horário local)
30 de outubro de 2016 - Segundo Turno (das 08h às 17h - horário local)
 
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  DIRETO DO PARQUE DOS PODERES

Governo do Estado entrega 28 casas rurais em Deodápolis

30/08/2016 - 

 

Campo Grande (MS) – Nesta terça-feira (30), o Governo de Mato Grosso do Sul, a Caixa Econômica Federal e a Cooperativa de Habitação da Agricultura Familiar (Coophaf) entregam de 28 casas rurais em Deodápolis.
 
O evento será realizado a partir das 15 horas no Centro Multiuso, localizado na Avenida Alves da Silva, 188, Centro da cidade.
 
O empreendimento foi construído através do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), que obteve um investimento no valor total de R$ 952 mil, fruto da parceria entre os governos Federal, Estadual e Municipal.
 
Cada casa entregue possui mais de cinquenta e cinco metros quadrados, distribuídos em dois quartos, sala, cozinha, banheiro e varandas.
 
Viviane Martins, da Assessoria de Comunicação da Sehab.
 
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  AGÊNCIA BRASIL

Política

André Richter - Repórter da Agência Brasil

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (30) rejeitar queixa-crime apresentada pelo deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) pelos crimes de difamação, injúria e calúnia.

Cunha recorreu ao Supremo após declarações consideradas difamatórias, proferidas na votação na qual a Câmara dos Deputados aceitou dar prosseguimento ao processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff.
 
No dia 17 de abril, ao ser chamado por Cunha para proferir seu voto, Wyllys disse: "Em primeiro lugar, quero dizer que estou constrangido de participar dessa farsa sexista, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor, conspirador, apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos".
 
Por unanimidade, o colegiado seguiu voto proferido pelo relator da ação, ministro Gilmar Mendes. O ministro entendeu que as declarações de Jean Wyllys estão abrangidas pela imunidade parlamentar, prevista na Constituição. A regra impede a punição de um parlamentar por declarações relacionadas ao mandato.
 
“Por mais desairosas que tenham sido as palavras do querelado [Jean], foram proferidas por um parlamentar contra outro no curso de ato parlamentar. Ambos os envolvidos estavam sujeitos ao mesmo regime jurídico, respondendo por seus atos apenas na esfera política”, disse Mendes.
 
O voto foi acompanhado pelo ministro Dias Toffoli e Teori Zavascki.
 
Edição: Armando Cardoso

Turma do STF rejeita queixa-crime de Eduardo Cunha contra Jean Wyllys
 
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  'Meio e Mensagem'

 Uber é app de táxi mais usado em 108 países.

 

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De acordo com uma análise sobre o alcance dos aplicativos de locomoção nos aparelhos Android, realizada pela SimilarWeb, o Uber é a plataforma desse tipo de serviço mais utilizada globalmente. A empresa focou-se apenas em países nos quais pelo menos 1% de todos os aparelhos Android possuía algum aplicativo particular instalado — um total de 171 países analisados, incluindo toda América do Norte e maior parte da Europa, África e América do Sul.

O Uber possui um papel particular nos Estados Unidos, onde está instalado em 21% dos aparelhos Android, comparado a apenas 3% do seu maior concorrente, Lyft. A Austrália também é um forte mercado para o Uber, com 13% de usuários de Android com o aplicativo instalado.

Porém, o Uber não conseguiu ampliar mercado a Ásia. Na Índia, onde anunciou investimentos de US$ 1 bilhão, o app perdeu destaque para o Ola, aplicativo local que está instalado em 20% dos aparelhos Android, o dobro de adeptos do concorrente americano. No Sudeste da Ásia o serviço número 1 em seis países é o Grab, de Cingapura. Já no Oriente Médio o Careem, sediado em Dubai, é o mais popular.

 
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  Por problemas de saúde, volta de Bumlai para a prisão é adiada

Pecuarista foi alvo da 21ª fase da operação Lava Jato, deflagrada em novembro de 2015, e está em prisão domiciliar desde março devido ao tratamento contra um câncer na bexiga
 
Agência Estado

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz a operação Lava Jato na 1.ª instância, adiou pela segunda vez a volta à prisão do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. O magistrado determinou que o pecuarista, internado em um hospital de São Paulo, se apresente à Polícia Federal em 6 de setembro.
 
Moro havia restabelecido a prisão preventiva de Bumlai em 10 de agosto e ordenado que o pecuarista se reapresentasse à Polícia Federal, em Curitiba, em 23 de agosto. Capturado pela Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato, em novembro do ano passado, Bumlai passou à prisão domiciliar em março deste ano para tratar um câncer e problemas cardíacos.
 
O magistrado havia adiado, primeiramente, a apresentação de Bumlai para 30 de agosto.
 
"Consignei que a defesa deveria manter este Juízo informado a respeito da permanência do acusado no hospital e igualmente acerca do resultado dos exames médicos. A última petição da defesa data de 22 de agosto de 2016, informando que José Carlos Bumlai permanecia internado no Hospital Sírio Libanês e que teria sido diagnosticado com processo inflamatório", afirmou Moro. "Diante da informação de que permanece internado, prorrogo por mais sete dias o prazo para sua apresentação perante a Polícia Federal em Curitiba (6 de setembro de 2016)."
 
Bumlai é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e por crimes financeiros no emblemático empréstimo de R$ 12 milhões que ele tomou junto ao Banco Schahin, em outubro de 2004 - o dinheiro, segundo o pecuarista, foi destinado ao PT.

 

 

Atualizada às 13h12
 
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  FONTE VEJA

 

William Bonner e Fátima Bernardes se separam.

 

  • William Bonner e Fátima Bernardes durante o especial Melhores do Ano do Domingão do Faustão, em 2011
Os jornalistas Wiliam Bonner e Fátima Bernardes anunciaram na noite desta segunda-feira que estão se separando, após 26 anos de casamento. Em uma série de mensagens idênticas publicadas nos perfis de ambos no Twitter, eles afirmam que continuam “amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis”.
 
Rumores de que o casamento de Bonner e Fátima não ia bem circulam desde o começo do ano, mas o âncora do Jornal Nacional e a apresentadora do Encontro nunca comentaram o assunto. Os dois têm três filhos juntos, os trigêmeos Vinícius, Laura e Beatriz, de 18 anos.
 
O casal de jornalistas dividiu a bancada do Jornal Nacional até dezembro de 2011, quando Fátima saiu do jornalístico para migrar para o entretenimento da Globo. Em junho do ano seguinte, Fátima estreou o Encontro, programa matinal da emissora. Bonner e Fátima trabalharam juntos no JN por treze anos.
 
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Última atualização: 31/08/2016 13:55
     
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