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  MEMÓRIA - EM 21/12/1970 NIXON RECEBE ELVIS PRESLEY NA CASA BRANCA

 31/05/2016 

 
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  ARNALDO JABOR

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Ai de ti Brasil
 
Ai de ti, Brasil, eu te mandei o sinal, e não recebeste. Eu te avisei e me ignoraste, displicente e conivente com teus malfeitos e erros. Ai de ti, eu te analisei com fervor romântico durante os últimos 20 anos, e riste de mim. Ai de ti, Brasil! Eu já vejo os sinais de tua perdição nos albores de uma tragédia anunciada para o presente do século XXI, que não terá mais futuro. Ai de ti, Brasil – já vejo também as sarças de fogo onde queimarás para sempre! Ai de ti, Brasil, que não fizeste reforma alguma e que deixaste os corruptos usarem a democracia para destruí-la. Malditos os laranjas e as firmas sem porta.

Ai de ti, Miami, para onde fogem os ladrões que nadam em vossas piscinas em forma de vagina e corcoveiam em “jet skis”, gargalhando de impunidade. Malditas as bermudas cor-de-rosa, barrigas arrogantes e carrões que valem o preço de uma escola. Maldita a cabeleira do Renan, os olhos cobiçosos de Cunha, malditos vós que ostentais cabelos acaju, gravatas de bolinhas e jaquetões cobertos de teflon, onde nada cola. Por que rezais em vossos templo, fariseus de Brasília? Acaso eu não conheço a multidão de vossos pecados???

Ai de vós, celebridades cafajestes, que viveis como se estivésseis na Corte de Luís XIV, entre bolsas Chanel, gargantilhas de pérola, tapetes de zebra e elefantes de prata.

Portais em vosso peito diamantes em que se coagularam as lágrimas de mil meninas miseráveis. Ai de vós, pois os miseráveis se desentocarão, e seus trapos vão brilhar mais que vossos Rolex de ouro. Ai de ti, cascata de camarões!

Tu não viste o sinal, Brasil. Estás perdido e cego no meio da iniquidade dos partidos que te assolam e que contemplas com medo e tolerância?

Cingiram tua fronte com uma coroa de mentiras, e deste risadas ébrias e vãs no seio do Planalto. Ai de vós, intelectuais, porque tudo sabeis e nada denunciais, por medo ou vaidade. Ai de vós, acadêmicos que quereis manter a miséria “in vitro” para legitimar vossas teorias. Ai de vós, “bolivarianos” de galinheiro, que financiais países escrotos com juros baixos, mesmo sem grana para financiar reformas estruturais aqui dentro. Ai de ti, Brasil, porque os que se diziam a favor da moralidade desmancham hoje as tuas instituições, diante de nossos olhos impotentes. Ai de ti, que toleraste uma velha esquerda travestida de moderna.

  Malditos sejais, radicais de cervejaria, de enfermaria e de estrebaria – os bêbados, os loucos e os burros –, que vos queixais do país e tomais vossos chopinhos com “boa consciência”. Ai de vós, “amantes do povo” – malditos os que usam esse falso “amor” para justificar suas apropriações indébitas e seus desfalques “revolucionários”.

Ai de vós, que dizeis que nada vistes e nada sabeis, com os crimes explodindo em vossas caras.

Ai de ti, que ignoraste meus sinais de perigo e só agora descobriste que há cartéis de empresas que predam o dinheiro público, com a conivência do próprio poder. Malditas sejam as empresas-fantasma em terrenos baldios, que fazem viadutos no ar, pontes para o nada, esgotos a céu aberto e rapinam os mínimos picuás dos miseráveis.
 
Malditos os fundos de pensão intocáveis e intocados, com bilhões perdidos na Bolsa, de propósito, para ocultar seus esbulhos e defraudações. Malditos também empresários das sombras. Malditos também os que acham que, quanto pior, melhor.

A grande punição está a caminho. Ai de ti, Brasil, pois acreditaste no narcisismo deslumbrado de um demagogo que renegou tudo que falava antes, que destruiu a herança bendita que recebeu e que se esconde nas crises, para voltar um dia como “pai da pátria”. Maldito esse homem nefasto, que te fez andar de marcha à ré.
Ai de ti Brasil, porque sempre te achaste à beira do abismo ou que tua vaca fora para o brejo. Esse pessimismo endêmico é uma armadilha em que caíste e que te paralisa, como disse alguém: és um país “com anestesia, mas sem cirurgia”.

Ai de vós, advogados do diabo que conseguis liminares em chicanas que liberam criminosos ricos e apodrecem pobres pretos na boca do boi de nossas prisões.
 
Maldita seja a crapulosa legislação que vos protege há quatro séculos. Malditos os compradiços juízes, repulsivos desembargadores, vendilhões de sentenças para proteger sórdidos interesses políticos. Malditos sejam os que levam dólares nas meias e nas cuecas e mais ainda aqueles que levam os dólares para as Bahamas. Ai de vós! A ira de Deus não vai tardar...

Sei que não adianta vos amaldiçoar, pois nunca mudareis a não ser pela morte, guerra ou catástrofe social que pode estar mais perto do que pensais. Mas, mesmo assim, vos amaldiçoo. Ai de ti, Brasil!

Já vejo as torres brancas de Brasília apontando sobre o mar de lama que inundará o Cerrado. Já vejo São Paulo invadida pelas periferias, que cobrarão pedágio sobre vossas Mercedes. Escondidos atrás de cercas elétricas ou fugindo para Paris, vereis então o que fizestes com o país, com vossa persistente falta de vergonha. Malditos sejais, ó mentirosos, vigaristas, intrujões, tartufos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas, que vossas línguas mentirosas sequem e que água alguma vos dessedente. Ai de ti, Brasil, o dia final se aproxima.

Se vossos canalhas prevalecerem, virá a hidra de sete cabeças e dez chifres em cada cabeça e voltará o dragão da Inflação. E a prostituta do Atraso virá montada nele, segurando uma taça cheia de abominações. E ela estará bêbada com o sangue dos pobres, e em sua testa estará escrito: “Mãe de todas as meretrizes e mãe de todos os ladrões que paralisam nosso país”. Ai de ti, Brasil! Canta tua última canção na boquinha da garrafa.
 
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  HUMOR POLÍTICO

 

– Charge do Paixão, via Gazeta do Povo.
 
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  DRAUZIO VARELLA

 Os limites do SUS

 
drauzio-varela
Drauzio Varella
Políticas públicas destinadas exclusivamente aos mais pobres estão fadadas ao fracasso.
Do abastado ao humilde, qualquer brasileiro pode vacinar os filhos na unidade de saúde, receber transplante de fígado pelo SUS e os medicamentos para a Aids, como se vivesse na Noruega. Nossos programas gratuitos de vacinações, transplante de órgãos e de distribuição de drogas anti-HIV são os maiores do mundo.
O sucesso desses programas se deve ao fato de serem universais. Se vou à Unidade de Saúde e faltam vacinas, basta ligar para os jornais que a denúncia aparecerá na primeira página.

Por que nosso programa de planejamento familiar não sai do papel, condenando os mais pobres a ter filhos indesejados que não conseguem sustentar? Por uma razão simples: quem está bem de vida tem acesso pleno aos métodos anticoncepcionais e ao abortamento ilegal. A mulher que peregrina pelas unidades de saúde atrás de um DIU ou da laqueadura, direito garantido por lei, vai reclamar para quem? Para o bispo?
Dissemos na Constituição de 1988 que saúde é direito do cidadão e dever do Estado. Faço minhas as palavras da jornalista Cláudia Collucci em sua coluna: “Isso é lindo, uma conquista da qual não podemos abrir mão. Mas, na prática, nem países mais ricos e menos populosos ousaram prometer ‘tudo para todos em saúde'”.
O paradoxo é que de um lado as políticas públicas que deram bons resultados são as universais, de outro, a falta de recursos orçamentários, de gerenciamento competente e a praga da corrupção impõem aos dependentes do SUS uma assistência médica de difícil acesso, imprevisível e muitas vezes de baixíssima qualidade.
Não há como fugir da realidade: se as verbas destinadas à saúde são insuficientes, quanto menos utilizarem os serviços do sistema único os brasileiros que podem pagar por eles, mais recursos sobrarão para atender os que contam apenas com o SUS.
Num país cartorial, com as desigualdades abissais como o nosso, é absurda e injusta a ideia de considerarmos todos iguais diante do SUS, porque os mais ricos e influentes passarão na frente dos mais necessitados.
O fazendeiro mais influente da região entra na sala de espera do pronto-socorro público da cidadezinha. Quem será atendido antes? É justo o cidadão bater o BMW, gastar R$ 250 mil na oficina e operar o rosto no Hospital da Clínicas? Está certo precisar de um remédio importado e mover ação judicial contra o SUS, porque o advogado considera mais fácil ganhar do Estado do que enfrentar o departamento jurídico do plano de saúde?
Se a saúde pública do país vive momentos difíceis, o futuro poderá ser trágico. A faixa etária da população que mais cresce é a que já passou dos 60 anos. O Brasil fica mais velho e envelhece mal: 52% dos adultos estão acima do peso saudável, metade das mulheres e homens chega aos 60 anos com hipertensão arterial, perto de 12 milhões sofrem de diabetes –pelo menos um terço dos quais só descobrirá quando surgirem complicações graves.
O desafio é gigantesco. Somos obrigados a lidar com os problemas dos países ricos, antes de termos nos livrado das enfermidades do subdesenvolvimento: dengue, zika, tuberculose, malária e até hanseníase.
O aperto financeiro para tratar dos doentes que recorrem ao SUS é de tal ordem que não sobram recursos para investir em medidas preventivas. E o enfoque da saúde pública tem que estar na prevenção. Programas como o Saúde da Família devem ter prioridade absoluta e chegar às comunidades mais desprotegidas. Entre outras medidas, há que divulgar exaustivamente os cuidados preventivos pelo rádio, TV, internet e celular.
Em entrevista a Cláudia Collucci o atual ministro da Saúde chegou a sugerir que o SUS precisaria ser redimensionado. Diante da gritaria, parece que recuou. Não sei o que ele quis dizer com esse redimensionamento, mas foi pena haver recuado. A discussão viria em momento propício: se não há dinheiro para todos, que os estratos mais ricos da população cuidem da própria saúde e deixem o SUS para os que não têm alternativa. Não é lógico?
Está na hora de deixarmos de lado a hipocrisia utópica e o estrabismo ideológico de antigamente.
Drauzio Varella, é médico cancerologista, dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer. Um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em prisões.
(foto: divulgação)
 
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  CARTOON VIP

Jalal Pirmarzabad-Iran/May.2016 Jalal Pirmarzabad-Iran/May.2016

 
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  PEDRO CARDOSO DE ALMEIDA

 

Início TEMERário
 
 
Michel Temer está presidente da República com os mesmos decantados 54 milhões de votos dados à presidente Dilma Rousseff. Por mais que seja negado pelos petistas, ainda é seu vice e é governo do Partido dos Trabalhadores - PT. Isso seria o bastante para não gerar expectativas positivas. Mas, as trapalhadas no início do seu governo conseguiram superar todas as expectativas negativas. Caso não ache um rumo logo, seu mandato será mais breve do que o da antecessora.
 
 

 

 

Começou pelos ministros falando de modo dissonante do entendimento do presidente e o governo desdizendo em questão de minutos. O titular do Ministério da Justiça disse que o governo não era obrigado a indicar o primeiro da lista tríplice para procurador-geral da República. Uma obviedade cristalina, pois se fosse o contrário não precisaria de lista. Mas não ficaria simpático a um presidente interino,que conta com a aceitação e simpatia da sociedade, contrariar uma prática de governos anteriores, mesmo que a contradita ofenda uma lógica primária.
 
Depois, veio a declaração do ministro da Saúde de que o SUS estava grande demais e que o país, daqui a alguns anos, não teria condições de bancar o sistema como está. Outra obviedade logo rechaçada.
 
Alguns veículos de comunicação enumeraram como desabonados fatos absolutamente irrelevantes para um governo federal, como para qualquer governo, não fosse a peculiaridade do atual presidente.
 
O primeiro desses fatos foi o logotipo criado pela gestão Temer, escolhido por seu filho, que estaria defasado por trazer 22 e não 27 estrelas na bandeira brasileira. A mídia também deu ênfase à falência do posto de gasolina de onde o presidente retirou a frase “não fale em crise, trabalhe”, que melhor simboliza o momento de sua administração.
 
Além de não configurar nenhuma contradição por ser adotada em tese, na prática, a incoerência pode servir apenas como ironia. Mesmo sendo uma infeliz coincidência, a falência do posto em nada influenciará uma eventual má administração federal.
 
Outra falácia totalmente sem relevância foi o equívoco cometido por Temer de chamar sua esposa de advogada, quando ela só é graduada em direito. Nem vem ao caso o fato de 99% da população achar que bacharel em direito e advogado são sinônimos. É que seja bacharel ou advogada, imagina-se que o presidente não vá designá-la para nenhum cargo que exija a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
Ademais, seu início não poderia ser sido mais infeliz, ao não escolher mulheres para os ministérios. A defesa de que a importância é escolher pessoas competentes agrava a situação. Não é minimamente aceitável que neste país não existam mulheres com suficiente competência para assumir ministérios. E a questão deve ser analisada em sentido inverso. O governo estaria sendo linchado, acusado de discriminação inversa se tivesse escolhido só mulheres. Isso seria inimaginável. Nem falo de outras minorias, sem nenhum representante de comando, como negros, homossexuais e portadores de deficiências físicas. Como se não bastasse, Temer coroou seu mal começo com a extinção e, principalmente, a recriação do  Ministério da Cultura.
 
Outro erro de morte foi escolher alguns ministros investigados pela Polícia Federal e pela Justiça. É que vindo do meio político, e desta política praticada hoje no Brasil, o princípio constitucional da presunção de inocência fica fragilizado diante da iminente possibilidade de as acusações se transformarem em condenações. Nesse caso, valeria a recomendação da ministra Carmen Lúcia, quando do julgamento do promotor designado ministro da Justiça de Dilma: o motorista deve redobrar os cuidados em autoestrada, quando houver um aviso de neblima, curva perigosa ou pista escorregadia.
 
Michel Temer não se ateve aos cuidados mínimos, manteve a direção perigosa e, com doze dias de gestão, já perdeu seu principal articulador político, seu principal piloto.
 
No próximo texto, continuarei tratando do que não é feito nessa gestão, mas deveria ser, principalmente, da necessidade de extinção de mais de 300 mil cargos comissionados.
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
    Bacharel em direito
 
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  FOLCLORE POLÍTICO - BLOG DO MAURÍCIO LIMA CORREA

 
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  SITE UOL

 “Só precisavam de um trouxa como eu", diz Bumlai a Sérgio Moro
Postado em 30/05/2016 21:17 - Roger Pereira 
Uol

Depois de três adiamentos, por conta de problemas de saúde e da morte de seu advogado, o pecuarista José Carlos Bumlai prestou depoimento nesta segunda-feira ao juiz federal Sérgio Moro e disse que não participou de nenhuma negociação para a liberação de um empréstimo de R$ 12 milhões em seu nome que teria sido usado para quitar contas de campanha do PT. Ele afirmou que a primeira vez que esteve no Banco Schahin o empréstimo já estava acertado entre PT e o banco. “Só precisavam de um trouxa como eu para assumir”, declarou.

“Eu ouvi que estive no banco solicitando esse empréstimo, que eu fui mais de uma vez. Eu nunca solicitei esse empréstimo”, disse, categoricamente, Bumlai, contrariando, inclusive, os depoimentos dos proprietários do Grupo Schahin, que disseram ter participado de reuniões com o pecuarista. Na sua versão, Bumlai relatou que foi chamado ao Banco em uma noite de 2004 por seu amigo Sandro Tordin, presidente do banco.

Cadastrado como inadimplente, Bumali conta que procurou Sandro Tordin para saber o que havia ocorrido. Ouviu dele que o PT não pagou e não tinha previsão de pagar nos próximos meses e disse que, “por medo, e para me livrar logo desse problema, dei uma fazenda como garantia. Mas o banco nunca me acionou, nunca tomou a fazenda, e minha dívida não foi quitada”, disse.

Bumlai conta que, por conta do impasse, procurou João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT e o lobista Fernando Soares, para tentar solucionar a questão. Bumlai diz que ouviu, então de Vaccari, que o PT reconhecia que a dívida era do partido e que seria honrada.

“Então, no final de 2008 eu fui procurado por uma advogado do Banco Schahin dizendo que estava autorizado a negociar comigo a quitação desse empréstimo. Me perguntou o que eu tinha, além de terras, para o negócio. Falei que só tinha boi e embriões. E ele disse que dava para fazer em cima dos embriões, pois não incidia ICMS. Foi feito todo o trâmite da venda de embriões, mas nós nunca os entregamos e a dívida foi quitada”, disse, declarando só ter ficado sabendo em 2012 que a quitação da dívida teve relação com o contrato de operação de navio sonda da Petrobras. “O que foi feito, eu não participei, nunca estive na Petrobras, não participei de negócio nenhum com a Petrobrás”, disse.

“Fui lá e me deparei com o Dr. Helio (Hélio de Oliveira Santos) , candidato a prefeito de Campinas, o Delúbio Soares e o Carlos Eduardo Shahin.

Eles precisavam de dinheiro para o segundo turno da eleição de 2004 e me colocaram essa situação. Queriam que eu assumisse o empréstimo de 12 milhões, que seriam liquidados rapidamente – em até 120 dias”, narrou.

Segundo Bumlai, ele aceitou assumir o empréstimo para manter uma boa relação com o governo do PT. “Meu grande erro foi que, levado pela minha situação de proprietário de 210 mil hectares de terra, um grande alvo de invasões, e com o PT assumindo o governo federal, eu não falei não por receio, mas também achei que o empréstimo não ia sair, porque nunca tive conta nem nenhuma ligação com o banco Schahin”, disse.

Bumlai explicou que foi informado por Delúbio Soares que R$ 6 milhões seriam usados na campanha de segundo turno em Campinas e outros R$ 6 milhões para quitação de outras dívidas do partido. “Como era um acerto entre o PT e o banco, com previsão para quitação em poucos meses, nem me preocupei mais com isso, até que, em 2005, minha tesoureira me informou que estávamos no Cadin porque o empréstimo não foi pago”, disse.
 
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  ROSILDO BARCELLOS

Resultado de imagem para =CARROS COM FAROIS ACESOS DURANTE O DIA
 A lucidez iluminada


  Ao fim da primeira semana de julho, todos os veículos que trafegarem por rodovia,s deverão obrigatoriamente usar o farol baixo aceso durante o dia sob pena de cometer infração de trânsito, com quatro pontos na CNH e multa de R$ 85,13. Depois de aprovado pelo Senado Federal no fim de abril, o projeto de lei 156/2015 foi sancionado pelo presidente em exercício Michel Temer. A nova norma, a lei 13.290/2016 alterou os artigos 40 e 250 do Código de Trânsito Brasileiro, que ficaram desta forma:

Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações:
I – o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias;
Art. 250. Quando o veículo estiver em movimento:
I – deixar de manter acesa a luz baixa:
a) durante a noite;
b) de dia, nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias
c) de dia e de noite, tratando-se de veículo de transporte coletivo de passageiros, circulando em faixas ou pistas a eles destinadas;
d) de dia e de noite, tratando-se de ciclomotores;
A referida medida visa, mormente, aumentar a segurança de trânsito viário nas rodovias. O projeto foi relatado no senado pelo amigo José Medeiros, senador pelo (PSD/MT). A lei deverá contribuir para redução de colisões frontais em rodovias e salvar vidas. Aqui é importante ressaltar que as colisões frontais e laterais são a principal causa de mortes em rodovias de pista simples. A baixa visibilidade foi apontada pelo proponente, deputado Rubens Bueno (PPS-PR), como uma das principais causas de acidentes de trânsito nas rodovias. Em estudos realizados em países que adotaram este mesmo modelo o uso de farol baixo durante o dia reduziu as colisões entre veículos em 5% e em 12% os acidentes envolvendo ciclistas e pedestres.
Em termos de valores, já informo que subirá em novembro, passando para R$ 130,16 (aumento de 52%). Infelizmente, urge ressaltar, que a nova lei não se mostrou clara o suficiente no que tange o quesito: faróis de rodagem diurna (DRL), que já estava regulamentado pela resolução 227/07 Contran, mas entendo que apenas os faróis de neblina, de milha ou os faroletes são os que não coadunam com a devida função.
Os carros que possuem a DRL mais vistos na rodovia são o Fiat 500 – Cult (halógena) ,o Chery Tiggo (LED), o Smart Fortwo – Passion (LED),o Kia Cerato (LED) e o Citroen DS3 (LED). O DRL (Daytime Running Light), é um sistema ativado automaticamente assim que o carro é ligado, e possui potência semelhante a lâmpada de um farol de neblina. A visibilidade de um veículo aumenta para 3 quilômetros quando está com seu farol ligado e certamente é um auxiliar no detalhe “tomada de decisão”, principalmente, momentos antes de uma ultrapassagem ou de se atravessar a via.
(*) Rosildo Barcellos é articulista
 
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  A ARTE DE BENETT

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  AGÊNCIA BRASIL

 Meirelles: governo pode adotar novas medidas para aumentar arrecadação

  • 30/05/2016 18h57
  • Rio de Janeiro
Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (30) que o governo tem de criar condições macroeconômicas para que todos possam trabalhar, produzir e investir para que o país volte a crescer. As primeiras medidas tomadas pelo governo Michel Temer vão nessa direção, destacou o ministro na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ele adiantou que outras medidas podem ser adotadas para aumentar a arrecadação e citou a venda de ativos, as concessões e privatizações.
Segundo o ministro, há muito trabalho a fazer, e a finalidade do governo é promover o crescimento econômico do país. De acordo com Meirelles, isso significa criar emprego, aumentar a renda e a produção das empresas e, principalmente, o número de empregos e a renda média da população brasileira. "Isso é o que deve nortear o trabalho de todos.”
Ele ressaltou que as primeiras medidas visam à correção do crescimento das despesas e da dívida pública. Meirelles disse que, de 1997 a 2015, o crescimento anual médio da despesa pública atingiu quase 6% ao ano acima da inflação, enquanto o gasto do governo federal subiu de 14% para 19% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. “A sociedade brasileira não tem como sustentar uma trajetória de gasto nessa direção”, destacou o ministro, lembrando que o endividamento foi uma consequência.
O ministro enfatizou que a economia entrou em uma espiral negativa, com aumento do desemprego, e que isso precisava ser enfrentado de forma imediata, inicialmente com a exposição da realidade à sociedade, o que ocorreu com a divulgação do “número realista do déficit primário”, de R$ 170 bilhões, superior ao que fora informado anteriormente (R$ 96 bilhões).
O segundo passo é discutir com a sociedade, representada pelo Congresso Nacional, as medidas necessárias para ajustar esse processo, fazer a economia voltar a crescer e aumentar a confiança no país. “A vida é feita de previsibilidade ou horizonte de planejamento”, disse Meirelles. Para ele, isso é importante não só para as famílias, mas para as empresas e o governo. “Quanto mais longo o horizonte de planejamento, melhor para a economia.”
Edição: Nádia Franco
 
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  BLOG DO FÁBIO CAMPANA

 ‘Me lembro de Gaievski, assessor de Gleisi, estuprador de crianças’, diz Danilo Gentili no Antagonista

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índice
O humorista Danilo Gentili rebateu neste sábado, 28, no blog O Antagonista, as acusações que teria feito piada com o caso da adolescente estuprada no Rio do Janeiro. Gentili não fez qualquer piada a respeito, o que usaram nas redes sociais para atingi-lo foi uma outra piada sobre um caso mal contado em uma das edições do BBB na Globo. De qualquer forma, Gentili ataca o que chama de “cultura da indignação seletiva” e lembra de casos de violência e ofensas às mulheres que não foram vexados por ter petistas e assemelhados como protagonistas. “Me lembro de Eduardo André Gaievski, assessor da senadora Gleisi Hoffman, estuprador de criancinhas”, diz Gentili em trecho da sua postagem.
“Me lembro do líder Lula falando ao telefone que uma mulher ficou chateada porque não foi estuprada por cinco homens. Me lembro da Dilma, presidente do País, rindo com gosto desse comentário. Me lembro da deputada Maria do Rosário defendendo com unhas e dentes o Champinha, o cara que junto com seus comparsas estuprou e matou uma menina. Me lembro do Zé de Abreu cuspindo duas vezes no rosto de uma mulher porque o marido dela discutiu com ele. Todos esses casos de violência contra a mulher não foram piadinhas. Foram sérios”, diz ainda trecho do artigo. Leia a seguir a sua íntegra.
Danilo Gentili: Precisamos Falar Sobre Estupro
“Até quando influenciadores, líderes e formadores de opinião vão incentivar o machismo e promover a violência contra a mulher?
Me lembro de Paulo Ghirdardelli, professor universitário, um educador, falando que a nordestina Rache Sheherazade deveria ser estuprada urgente. O motivo da convocação violenta? Ele discorda de algumas opiniões dela.
Me lembro do líder Lula falando ao telefone que uma mulher ficou chateada porque não foi estuprada por cinco homens. Me lembro da Dilma, presidente do País, rindo com gosto desse comentário.
Me lembro da deputada Maria do Rosário defendendo com unhas e dentes o Champinha, o cara que junto com seus comparsas estuprou e matou uma menina.
Me lembro de Eduardo André Gaieviski, assessor da Senadora Gleise Hoffman, estuprador de criancinhas.
Me lembro do Zé de Abreu cuspindo duas vezes no rosto de uma mulher porque o marido dela discutiu com ele.
Todos esses casos de violência contra a mulher não foram piadinhas. Foram sérios.
Isso me fez lembrar de mais uma coisa: o jornalismo militante, as feminazis e os blogueiros do “bem” – esses mesmos que sempre compartilham piadas de humoristas fora do contexto convocando ao linchamento e que agora estão usando como propaganda ideológica o hediondo estupro de uma garota – ficaram completamente calados em todos esses graves casos. Me lembro até de alguns deles defendendo e justificando as atitudes dos nomes acima citados.
Desconfie de quem se escandaliza com piadinha retirada de contexto mas se cala perante casos hediondos.
Precisamos acabar com a indignação seletiva pois ela gera uma classe de pessoas que acham que estão acima do bem e do mal. Tenho medo que daqui a pouco basta alguém dizer que é da corrente ideológica deles para conseguir uma licença para estuprar.
PRECISAMOS ACABAR COM A CULTURA DA INDIGNAÇÃO SELETIVA.
No fim das contas licença para matar é o que realmente desejam. Não é a toa que sempre procuram um motivo para apedrejar qualquer pessoa discordante e fazem apologia à barbárie o tempo todo com rostos e símbolos de assassinos em seus posts e camisetas.
PRECISAMOS ACABAR COM A CULTURA DO GENOCÍDIO”.
 
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  CONGRESSO EM FOCO

Após pressão, ministro da Transparência renuncia

 

Em 18 dias, Fabiano Silveira é o segundo ministro a deixar o governo Temer, na esteira de Romero Jucá (Planejamento). Ambos foram flagrados em áudios feitos pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Leia a íntegra da carta de renúncia
Gabriel Pontes


  

Fabiano não resistiu aos áudios de Sérgio Machado
O ministro da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), Fabiano Silveira, entregou nesta segunda-feira (30) sua carta de demissão do cargo (leia íntegra abaixo). A exoneração a pedido foi combinada com o presidente interino Michel Temer após a divulgação de áudios em que Fabiano foi flagrado orientando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a se defenderem na Operação Lava Jato. A informação foi confirmada por um assessor do ministro ao Congresso em Foco.
Fabiano sofreu pressão de servidores do ministério, de parlamentares e até deorganizações internacionais. Inicialmente, o presidente em exercício anunciou que manteria o ministro no cargo. Em nota, o sindicato dos servidores da Controladoria-Geral da União (CGU), que foi substituída pelo MTFC, demonstrou que Fabiano não tinha mais condições de ser ministro. O nome de Fabiano Silveira foi indicado por Renan Calheiros para o cargo.
Em 18 dias, Fabiano é o segundo ministro a perder a cadeira na Esplanada. O outro foi Romero Jucá, que deixou a pasta do Planejamento na 2º feira passada. Tanto Fabiano quanto Jucá perderam os cargos depois de aparecer em gravações produzidas por Sérgio Sampaio, ex-presidente da Transpetro e citado no escândalo da Lava Jato.
Tumulto
Depois da divulgação dos áudios, feita ontem (domingo, 29) pelo Fantástico (TV Globo), Fabiano virou alvo de servidores da antiga Controladoria-Geral da União, que anunciaram que sequer cumpririam ordens do ministro de hoje em diante. “Ele está ocupando o cargo de maneira ilegítima. Não consideramos Fabiano ministro da CGU”, disse mais cedo ao Congresso em Foco o presidente do Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical), Rudinei Marques, servidor da controladoria.
A fala do ex-ministro teve rápida repercussão internacional. Como este site também mostrou mais cedo, a organização Transparência Internacional anunciou que suspenderia o diálogo com o MTFC até que “uma apuração plena seja realizada e um novo ministro com experiência adequada na luta contra a corrupção seja nomeado”.
Na carta em que renuncia ao posto, o agora ex-ministro agradece pelo “honroso convite” de Temer e diz que sempre agiu com “integridade no serviço público”. “Não imaginava ser alvo de especulações tão insólitas”, lamentou Fabiano na carta pública.
Leia a íntegra:
“Recebi do Presidente Michel Temer o honroso convite para chefiar o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle. Nesse período, estive imbuído dos melhores propósitos e motivado a realizar um bom trabalho à frente da pasta.
Pela minha trajetória de integridade no serviço público, não imaginava ser alvo de especulações tão insólitas. Não há em minhas palavras nenhuma oposição aos trabalhos do Ministério Público ou do Judiciário, instituições pelas quais tenho grande respeito.
Foram comentários genéricos e simples opinião, decerto amplificados pelo clima de exasperação política que todos testemunhamos. Não sabia da presença de Sérgio Machado. Não fui chamado para uma reunião. O contexto era de informalidade baseado nas declarações de quem se dizia a todo instante inocente.
Reitero que jamais intercedi junto a órgãos públicos em favor de terceiros. Observo ser um despropósito sugerir que o Ministério Público possa sofrer algum tipo de influência externa, tantas foram as demonstrações de independência no cumprimento de seus deveres ao longo de todos esses anos.
A situação em que me vi involuntariamente envolvido – pois nada sei da vida de Sérgio Machado, nem com ele tenho ou tive qualquer relação – poderia trazer reflexos para o cargo que passei a exercer, de perfil notadamente técnico.
Não obstante o fato de que nada atinja a minha conduta, avalio que a melhor decisão é deixar o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
Externo ao Senhor Presidente da República o meu profundo agradecimento pela confiança reiterada.
Brasília, 30 de maio de 2016.
Fabiano Silveira”
 
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  AGÊNCIA REUTERS

Bendine renuncia à presidência da Petrobras e abre caminho a Parente
As declarações foram amplamente aprovadas pelo mercado financeiro e pela indústria
 
 
 
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Aldemir Bendine (Foto: Folhapress)
Aldemir Bendine renunciou ao cargo de presidente-executivo da Petrobras (PETR3, PETR4) em carta enviada ao Conselho de Administração no fim da manhã desta segunda-feira (30), abrindo caminho para Pedro Parente, indicado pelo Palácio do Planalto para ocupar o seu lugar na petroleira, segundo uma fonte com conhecimento direto do assunto.
 
Parente, escolhido pelo presidente da República interino Michel Temer, já passou no teste de integridade necessário para a sua contratação e aguarda apenas uma formalização do Conselho, o que pode acontecer ainda nesta segunda-feira.
 
"O nome de Parente já foi aprovado pelo Conselho, faltava apenas haver a vaga (que era ocupada por Bendine)", afirmou a fonte, sob condição de anonimato. A chancela final deverá ser dada pelos conselheiros por meio eletrônico, sem necessidade de uma reunião presencial.
 
O teste de integridade funciona como uma pesquisa e uma análise feitas pela companhia para avaliar possíveis problemas jurídicos que envolvem o nome do indicado para a presidência.
 
A regra entrou em vigor com o novo estatuto da empresa, aprovado em assembleia neste ano, com mudanças em seu modelo de governança.
 
São avaliados históricos relacionados à Justiça, à Receita Federal e até mesmo a denúncias feitas pela imprensa. Segundo a fonte, processos judiciais que envolvem Parente estão relacionados ao período em que ele trabalhou no governo.
 
Entretanto, o histórico de Parente não foi considerado um risco para que ele assumisse a presidência.
Parente deverá ocupar também uma cadeira no Conselho no lugar de Bendine. A fonte afirmou que, na carta apresentada ao Conselho, Bendine foi bastante "simpático", ressaltou as vitórias conquistadas e agradeceu o apoio da diretoria.
 
A posse de Parente na importante cadeira da petroleira estatal inicialmente estava prevista para terça-feira, mas ainda não houve uma formalização da data.
 
Procurada, a Petrobras não se manifestou imediatamente.
 
Parente, 63 anos, formado em engenharia, foi ministro do Planejamento e da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso. Ele também presidiu a unidade brasileira da multinacional do agronegócio Bunge BG.N e atualmente é chairman da BM&FBovespa. 
 
Em coletiva de imprensa realizada em Brasília no mesmo dia em que foi indicado aos cargos, Parente prometeu uma gestão "estritamente profissional" na estatal, sem indicações políticas.
 
As declarações foram amplamente aprovadas pelo mercado financeiro e pela indústria. 
 
Futuro do Conselho
 
A fonte explicou ainda que além de Bendine, o conselheiro da Petrobras Luciano Coutinho, presidente do BNDES, também deverá renunciar ao cargo em breve.
 
O nome dele deverá ser substituído pela futura presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, ou por alguém indicado por ela. Isso porque o banco é um grande acionista da Petrobras.
Fora isso, o Conselho não deverá sofrer mais mudanças.
 

Segundo a fonte, o diretor-financeiro

da Petrobras Ivan Monteiro também já definiu que irá permanecer. O trabalho do executivo, que foi para a companhia juntamente com Bendine, tem sido visto com bons olhos pelo mercado 

 
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Última atualização: 31/05/2016 00:10
     
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